Umas das maiores procuras de clientes que a Detetive Socorro Amaral recebe, são em busca de clonagem de WhatsApp. Normalmente eu explico ao cliente como de fato acontece e os riscos que o mesmo pode correr. Na verdade, as clonagens de WhatsApp não são licitas, e existem inúmeros detetives que anunciam como clonagem, grampo telefônico, interceptação telefônica e outros, e que o detetive particular não tem acesso.
O número de ligações que recebo é absurda, onde clientes que buscam detetives na internet dizem fazer esse tipo de trabalho, essa pratica criminosa; onde prometem conversas de WhatsApp de seus cônjuges etc, cobram antecipado, geralmente um valor baixo, e após receber o dinheiro, bloqueiam o cliente. Já tive casos de ver clientes que pagaram, o “suposto detetive” liga para o cônjuge e diz que foi pago para pegar as conversas do WhatsApp, e que se pagar mais caro, não fará o serviço. Ou seja, tipo de trabalho de golpista, sem ética.
Os clientes em sua maioria permanecem no anonimato por receio a represália e não divulgam os casos a polícia.
Não caiam nessa farsa, é impossível clonar remotamente um celular. Somente a polícia tem permissão para executar esse procedimento em sua maioria com ordem judicial em caso de crime.
Diferenças entre:
- CLONAGEM – Quando alguém consegue usar a sua linha para fazer chamadas – e você paga a conta. Ou seja: o celular clonado é o aparelho usado pelo criminoso para fazer ligações como se fosse você, usando o seu número.
- GRAMPO TELEFÔNICO – Que está preso com grampo ou gancho metálico. Cujas comunicações estão sob escuta.
Se o seu celular está grampeado, é possível que você consiga ouvir ruídos mesmo quando ele não estiver em uso. Significa que suas conversas próximas ao celular podem ser ouvidas. Então, barulho de cliques e outras distorções quando o celular estiver inativo é outro sinal de que seu aparelho pode estar grampeado. - INTERCEPTAÇÃO TELEFÔNICA – As interceptações das comunicações telefônicas, desde antes do advento da Lei nº 9.296/96, são objeto de diversos estudos no campo jurídico, considerando serem importantes ferramentas para a obtenção de provas e elucidação de crimes dos mais variados tipos penais, e também pelas preocupações quanto à invasão da intimidade e privacidade das pessoas.
A interceptação é usada nos casos abaixo:
- Necessidade de indícios razoáveis da autoria ou participação em infração penal;
- A prova não puder ser feita por outros meios disponíveis;
- O fato investigado constituir infração penal punida com reclusão.
PERGUNTAS FREQUENTES QUE RECEBEMOS DIARIAMENTE
É possível clonar WhatsApp só com o número do telefone?
Como entender o processo de clonagem. Para realizar o golpe, é preciso ter em mãos o celular da pessoa cujas mensagens serão monitoradas. Ou seja, não é possível clonar o WhatsApp à distância só com o número telefônico, o que indica como medida de segurança atenção quanto a abordagens suspeitas em celulares.
Não é possível clonar o WhatsApp à distância só com o número telefônico, o que alertamos como medida de segurança é atenção quanto a abordagens suspeitas em celulares. Uma forma de clonar o WhatsApp é a partir do código de verificação que lhe enviam e você informa a quem lhe enviou.
É possível sim ter acesso ao WhatsApp de outra pessoa, com instalação de um soft espião. Mas, como já falamos e vamos ressaltar novamente é proibido fazer isso sem que a pessoa saiba, pois pode ser considerado crime por invasão de privacidade. Quando feito, você assume toda e qualquer responsabilidade.
Se você instalar um soft espião no celular de seu cônjuge, não poderá usar as gravações, fotos etc como provas.
Se invadirem meu WhatsApp, terão acesso à conversas antigas
Isso implica que, mesmo que uma pessoa venha invadir a sua conta através de um soft e tenha acesso a seus contatos, ela não pode ver conversas antigas. O próprio aplicativo deixa essas informações ocultas, podendo ser acessadas apenas da instalação para frente.
Como funciona a clonagem de WhatsApp?
Existem maneiras para se rastrear ou clonar um WhatsApp. Uma delas abrange apenas em espelhar o app em outro dispositivo, geralmente utilizando o WhatsApp Web. Esse método geralmente envolve apps e programas de terceiros que replicam o conteúdo de um celular para outro.
Quando clonado o WhatsApp tem acesso às fotos?
Depende, se você tiver feito o Backup dos dados anteriormente a pessoa poderá fazer o download e assim ter acesso a essas informações. Se não tiver com backup atualizado, a pessoa apenas conseguirá enviar mensagens com o seu nome, o que não será útil, por que os contatos também são sincronizados a sua conta.
Como saber se o meu WhatsApp está clonado?
No caso do WhatsApp, não é difícil saber se sua conta foi clonada, já que o app não permite utilizar o mesmo número em dois dispositivos simultaneamente. Por isso, se alguém conseguir clonar, automaticamente você perderá o acesso ao aplicativo, e vai exibir uma mensagem informando que seu número está sendo usado em outro aparelho.
Isso acontece normalmente quando bandidos lhe enviam códigos e links e pede que você os informa o que lhe foi enviado. Em sua grande maioria, são usadas promoções de lugares onde você costuma frequentar, sites de vendas etc.
Nunca passe códigos por telefone e nem via WhatsApp se você não tiver certeza de que está passando para alguém se saia quem seja.
Tem como saber com quem a outra pessoa está falando no WhatsApp?
Existem muitos softwares de monitoramento de celulares no mercado atualmente. O programa conta com várias funções. Com ele, é possível descobrir como saber com quem a pessoa está conversando no WhatsApp, saber localização, agenda, fotos etc. Contrate um detetive de sua confiança para lhe falar melhor sobre o soft.
Como funciona o grampo telefônico da Polícia?
Acontece de forma simples. Após a emissão da ordem judicial de interceptação das linhas de algum suspeito investigado por departamentos policiais, as operadoras são instruídas a enviarem os dados e os áudios obtidos para as autoridades. Depois que tudo é feito, o backup das escutas é destruído
As interceptações das comunicações telefônicas, desde antes do advento da Lei nº 9.296/96, são objeto de diversos estudos no campo jurídico, considerando serem importantes ferramentas para a obtenção de provas e elucidação de crimes dos mais variados tipos penais, e também pelas preocupações quanto à invasão da intimidade e privacidade das pessoas.



